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BRUMA regressam com novo single e reforçam aposta no Stoner Rock em português 

Os BRŪMA estão de regresso com "Agora", o mais recente capítulo da curta mas intensa trajetória da banda do Barreiro. Depois da estreia com “Se Tu Quiseres”, o grupo continua a afirmar a sua identidade dentro do desert/stoner rock cantado em português, uma proposta ainda pouco comum no panorama nacional.
Formados em 2025, os BRŪMA nasceram da vontade de criar música pesada, direta e honesta, sem excessos nem artifícios. Desde os primeiros temas escritos em Junho desse ano até à estreia em palco no início de 2026, a banda tem vindo a construir uma linguagem própria, assente em riffs densos, ambientes hipnóticos e letras em português.
O novo single aprofunda essa identidade sonora, explorando o equilíbrio entre peso, melodia e intensidade emocional. Mantendo a energia crua característica do stoner rock, a banda aposta numa composição marcada por dinâmica, ambiência e uma forte presença instrumental.
Com este lançamento, os BRŪMA reforçam a intenção de abrir espaço para novas abordagens dentro do rock alternativo nacional, transportando a língua portuguesa para territórios sonoros menos explorados. A banda continua assim a consolidar-se como uma das propostas emergentes mais interessantes da nova geração do rock português.
Depois dos primeiros concertos e dos temas já revelados, os BRŪMA prometem continuar a expandir a sua identidade musical ao longo de 2026, mantendo o foco numa sonoridade pesada, simples e autêntica.
 

FIPOS lança videoclipe de "Chave de Afetos" 

O músico açoriano FIPOS acaba de apresentar o videoclipe oficial de "Chave de Afetos", o seu mais recente single de Pop Rock, já disponível nas principais plataformas digitais.
Lançado em maio, o vídeo conta com a participação especial da atriz Ana Paula Lopes e acompanha a mensagem inspiradora da canção, que celebra a abertura de coração, a entrega emocional e a importância das relações humanas.
Com uma sonoridade envolvente e uma mensagem positiva, "Chave de Afetos" reforça a identidade artística de FIPOS, nome artístico de Filipe Martins do Vale, numa nova etapa do seu percurso como autor e intérprete.
Com quase 30 anos de carreira, FIPOS é uma das referências da música Rock açoriana. Iniciou o seu percurso em 1997, na ilha de São Miguel, dedicando-se à música original e destacando-se também como vocalista em diversas bandas de covers. Em 2009 criou o programa "Açores Underground" e alcançou reconhecimento internacional ao vencer o prémio de Melhor Performance Rock nos International Portuguese Music Awards 2022, nos Estados Unidos, com a banda Duques.
Em 2024 fundou a Black Orange Studio, espaço dedicado à criação, ensaio e gravação musical. Atualmente, é cofundador e vocalista da banda ORANGE 3, mantendo em paralelo o seu projeto de autor FIPOS.

Os Dixit apresentam o novo single “Madrugar em Gaza”, um tema de intervenção que retrata a perda da infância 

A canção acompanha a história de Samir, personagem que simboliza milhares de crianças privadas de segurança, esperança e futuro. Entre o desejo simples de estudar, brincar e viver e a realidade marcada pelo medo, pela destruição e pela perda, o tema surge como um grito de revolta perante a inoperância da humanidade face à violência que atinge os mais novos. A mensagem é clara: todo o genocídio começa quando se interrompem a vida, a esperança e o futuro das novas gerações.
O videoclipe oficial de “Madrugar em Gaza” estreia no dia 1 de junho, Dia Mundial da Criança, no YouTube, reforçando o simbolismo e a urgência da mensagem.
Com 33 anos de percurso, os Dixit mantêm a palavra e a mensagem no centro da sua identidade artística. Ao longo da sua discografia e dos palcos por onde passaram, a banda tem abordado temas sociais incómodos e urgentes, como saúde mental, suicídio, alcoolismo, violência doméstica, racismo, populismo e demagogia política. Para o coletivo, o rock continua a ser um veículo de intervenção e defesa dos direitos humanos.
Formados em 1993, os Dixit somam mais de três décadas de atividade, quatro álbuns, dois EPs e um DVD editados de forma independente, além de concertos de norte a sul do país. Mantendo a criação em língua portuguesa como marca identitária, a banda continua a acreditar no rock nacional e a criar canções que procuram deixar uma mensagem.

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Peter Strange lança “A Fúria”, um novo single de rock intenso e visceral 

O músico português Peter Strange está de volta com o seu novo single - “A Fúria” - reforçando a fase rock em português que tem vindo a consolidar nos últimos anos. O tema surge como um retrato intenso e sem filtros da realidade atual, descrevendo um cenário catastrófico, cínico, hipócrita e pessimista, sem lugar para onde escapar. Musicalmente, “A Fúria” apresenta guitarras arrojadas, harmonias fortes e sentidas, uma dinâmica acelerada do início ao fim e um refrão gritado e memorável, resultando num tema pesado, energético e visceral que assume plenamente a sua identidade de rock agressivo e furioso.
Natural de Oeiras, Peter Strange tem vindo a afirmar o seu percurso desde 2016, somando atuações em palcos como o Festival do Marisco (Olhão), a Festa do Avante (Seixal), as Festas de Sant’iago (Setúbal), o Festival AgitÁgueda e o Bobadela Vila Rock. Entre 2020 e 2021 lançou os singles “Anita”, “Sadness” e “Say Goodbye”, acompanhados por videoclipes e posteriormente integrados no álbum de estreia “Equilibrium”, editado em outubro de 2021. Em 2023 inicia uma nova fase artística ao lançar o primeiro single em português, “A Meu Lado”, seguindo-se em 2024 os temas “Brincar com a Mão” e “Contrarrelógio”, que culminaram no segundo álbum “Contraste”. Já em 2025 apresentou “Fim de Vida”, um single direto e vulnerável que explorou uma vertente emocional mais exposta do artista.
Em 2026, “A Fúria” surge como uma nova descarga de energia e atitude, marcada por guitarras fortes, batidas rápidas e vozes rasgadas, assumindo-se como um grito de revolta inspirado pela atualidade mundial e reforçando a identidade sonora e artística de Peter Strange numa fase mais intensa, combativa e sem concessões.

Half Time regressam com "Back to Me" 

Depois de deixarem marca com “Until It’s Over”, os Half Time regressam com um novo single que eleva ainda mais a intensidade emocional e sonora que caracteriza a banda. “Back to Me” é uma canção sobre amor transformado em dor - uma viagem entre culpa, perda e a busca desesperada por redenção.
Com um refrão poderoso que repete “Back to me”, o tema retrata a impossibilidade de recuperar o que já se perdeu, misturando raiva e saudade num contraste constante entre a dor e a esperança. A narrativa, inspirada livremente no universo do jogo The Last of Us: Parte II, reflete o lado mais humano e sombrio das emoções sem recorrer a referências diretas, mas captando a mesma carga dramática e visceral.
Musicalmente, a banda continua fiel à sua essência com riffs fortes, voz intensa e a energia crua que define o seu som. É uma faixa que traduz o amadurecimento artístico dos Half Time e reafirma a sua identidade dentro do rock alternativo português.
Desde o final de 2021, os Half Time - formados por André Fonseca, João Nunes e João Pinto - têm vindo a conquistar o seu público, especialmente na zona centro do país, com uma presença em palco marcada pela entrega total da banda.
Depois do EP “Nobody Rides for Free” e de uma série de concertos que solidificaram a sua reputação, a banda prepara agora o caminho para o que aí vem.
Influenciados pelo rock das décadas de 70, 80 e 90, os Half Time unem atitude, sinceridade e uma sonoridade direta, tornando cada lançamento numa experiência genuína e emocional.

 

CHOKEPOINT lançam "Lua Vermelha" 

Lançado a 26 de setembro, este é um tema intenso e cinematográfico, cantado em português e que cruza rock e metal alternativo com uma atmosfera dreamcore. A música mergulha no desejo e na noite, pensada para ganhar vida em palco e espaço na rádio.
Este lançamento marca o início de uma nova fase da banda, agora em português, sem perder a intensidade que lhes valeu reconhecimento como Sleep Therapy: um álbum (Nothing, Nowhere); vários singles e mais de 100.000 streams; presença na lista dos 50 Melhores Álbuns de 2023 da Música Sem Capa; concertos em festivais como Aqui ao Lado e Laurus Nobilis e em palcos icónicos como o Maus Hábitos e o Tokyo. Mais recentemente, foram entrevistados por Ana Isabel Arroja no programa Rock Star da Rádio Comercial.
“Quisemos escrever uma canção de contrastes - luz e escuridão, amor e fuga. Ganhou forma através da energia crua e da vibe do metal alternativo dos CHOKEPOINT.” - Luís Peliteiro (vocalista e produtor) Formados no Porto, os CHOKEPOINT exploram um universo sonoro e visual próprio, marcado por energia, vulnerabilidade e referências digitais.
Com ‘Lua Vermelha’, a banda que vive entre o peso e a melodia, reforça o seu lugar no panorama alternativo nacional do rock moderno.

 

Peter Strange lança single "Fim de Vida" 

O músico e compositor Peter Strange revela o seu mais recente single, “Fim de Vida”, uma canção intensa que aborda de forma crua e honesta a experiência da depressão e os altos e baixos emocionais que marcam esse estado.
Nascida num só dia - letra e música - a faixa é para o artista uma pequena vitória, ao conseguir transformar em canção um tema tão delicado, transmitindo-o agora de forma mais distanciada e leve.
Musicalmente, “Fim de Vida” mantém-se fiel ao ADN de Strange: um rock moderno com fortes raízes no universo americano. O tema abre com uma intro a lembrar Muse, um pré-refrão inspirado nos Queens of the Stone Age, um refrão explosivo ao estilo dos Foo Fighters e, para culminar, um duplo solo de guitarra que evoca a energia dos Metallica.
Gravado e co-produzido pelo próprio artista, o single contou com a captação, co-produção e mistura de Bruno Celta no estúdio Prima Donna Recordings, e a masterização de Rui Dias no Mister Master.
Com “Fim de Vida”, Peter Strange reafirma a sua autenticidade artística: vulnerável, direto e sem receio de expor fragilidades que muitos preferem esconder.