O músico açoriano FIPOS acaba de apresentar o videoclipe oficial de "Chave de Afetos", o seu mais recente single de Pop Rock, já disponível nas principais plataformas digitais.
Lançado em maio, o vídeo conta com a participação especial da atriz Ana Paula Lopes e acompanha a mensagem inspiradora da canção, que celebra a abertura de coração, a entrega emocional e a importância das relações humanas.
Com uma sonoridade envolvente e uma mensagem positiva, "Chave de Afetos" reforça a identidade artística de FIPOS, nome artístico de Filipe Martins do Vale, numa nova etapa do seu percurso como autor e intérprete.
Com quase 30 anos de carreira, FIPOS é uma das referências da música Rock açoriana. Iniciou o seu percurso em 1997, na ilha de São Miguel, dedicando-se à música original e destacando-se também como vocalista em diversas bandas de covers. Em 2009 criou o programa "Açores Underground" e alcançou reconhecimento internacional ao vencer o prémio de Melhor Performance Rock nos International Portuguese Music Awards 2022, nos Estados Unidos, com a banda Duques.
Em 2024 fundou a Black Orange Studio, espaço dedicado à criação, ensaio e gravação musical. Atualmente, é cofundador e vocalista da banda ORANGE 3, mantendo em paralelo o seu projeto de autor FIPOS.
O videoclipe oficial de "Chave de Afetos" encontra-se disponível no canal do YouTube do artista.
Os Balbúrdia celebram três décadas de rock com um espetáculo único no Jardim da Várzea, em Soure. O evento acontece no dia 6 de Junho, às 23h30, reunindo em palco várias gerações e convidados especiais da música portuguesa.
Ao longo de 30 anos, os Balbúrdia construíram uma identidade própria no panorama musical português, marcada pela energia em palco, espírito de celebração e uma forte ligação ao público. Este espetáculo será uma viagem pelos temas mais emblemáticos da banda, revisitando diferentes fases da sua história e prometendo uma noite memorável de partilha, reencontros e muita música.
A noite será marcada pela partilha e pela energia do rock, contando com uma lista de convidados de luxo especiais que fizeram parte, direta ou indiretamente, deste percurso artístico: António Côrte-Real (UHF), Susana Branca, Nuno Abreu e João Gante (ambos fundadores dos Balbúrdia), Zé Tó Leal e Mário Veras (Rockluso) e o Sexteto Sinistro.
A abertura do espetáculo ficará a cargo dos Wiex, que asseguram a primeira parte da noite com o seu repertório enérgico.
O concerto tem entrada livre e promete transformar o Jardim da Várzea num palco de celebração inesquecível para os fãs de longa data e novos ouvintes.
O espetáculo está integrado no evento "Origem Templária Soure", que decorre de 5 a 7 de Junho.
A canção acompanha a história de Samir, personagem que simboliza milhares de crianças privadas de segurança, esperança e futuro. Entre o desejo simples de estudar, brincar e viver e a realidade marcada pelo medo, pela destruição e pela perda, o tema surge como um grito de revolta perante a inoperância da humanidade face à violência que atinge os mais novos. A mensagem é clara: todo o genocídio começa quando se interrompem a vida, a esperança e o futuro das novas gerações.
O videoclipe oficial de “Madrugar em Gaza” estreia no dia 1 de junho, Dia Mundial da Criança, no YouTube, reforçando o simbolismo e a urgência da mensagem.
Com 33 anos de percurso, os Dixit mantêm a palavra e a mensagem no centro da sua identidade artística. Ao longo da sua discografia e dos palcos por onde passaram, a banda tem abordado temas sociais incómodos e urgentes, como saúde mental, suicídio, alcoolismo, violência doméstica, racismo, populismo e demagogia política. Para o coletivo, o rock continua a ser um veículo de intervenção e defesa dos direitos humanos.
Formados em 1993, os Dixit somam mais de três décadas de atividade, quatro álbuns, dois EPs e um DVD editados de forma independente, além de concertos de norte a sul do país. Mantendo a criação em língua portuguesa como marca identitária, a banda continua a acreditar no rock nacional e a criar canções que procuram deixar uma mensagem.
O músico português Peter Strange está de volta com o seu novo single - “A Fúria” - reforçando a fase rock em português que tem vindo a consolidar nos últimos anos. O tema surge como um retrato intenso e sem filtros da realidade atual, descrevendo um cenário catastrófico, cínico, hipócrita e pessimista, sem lugar para onde escapar. Musicalmente, “A Fúria” apresenta guitarras arrojadas, harmonias fortes e sentidas, uma dinâmica acelerada do início ao fim e um refrão gritado e memorável, resultando num tema pesado, energético e visceral que assume plenamente a sua identidade de rock agressivo e furioso.
Natural de Oeiras, Peter Strange tem vindo a afirmar o seu percurso desde 2016, somando atuações em palcos como o Festival do Marisco (Olhão), a Festa do Avante (Seixal), as Festas de Sant’iago (Setúbal), o Festival AgitÁgueda e o Bobadela Vila Rock. Entre 2020 e 2021 lançou os singles “Anita”, “Sadness” e “Say Goodbye”, acompanhados por videoclipes e posteriormente integrados no álbum de estreia “Equilibrium”, editado em outubro de 2021. Em 2023 inicia uma nova fase artística ao lançar o primeiro single em português, “A Meu Lado”, seguindo-se em 2024 os temas “Brincar com a Mão” e “Contrarrelógio”, que culminaram no segundo álbum “Contraste”. Já em 2025 apresentou “Fim de Vida”, um single direto e vulnerável que explorou uma vertente emocional mais exposta do artista.
Em 2026, “A Fúria” surge como uma nova descarga de energia e atitude, marcada por guitarras fortes, batidas rápidas e vozes rasgadas, assumindo-se como um grito de revolta inspirado pela atualidade mundial e reforçando a identidade sonora e artística de Peter Strange numa fase mais intensa, combativa e sem concessões.
Depois de um ano particularmente criativo — com o lançamento do EP Losers no início de 2025 e do álbum instrumental Desert no final do mesmo ano — o artista regressa agora com um trabalho que consolida a sua identidade sonora e abre caminho a uma fase mais intensa, emocional e luminosa do seu percurso.
Find The Gold combina temas originais com versões reinterpretadas de canções emblemáticas como “No Surprises”, “What a Wonderful World”, “Come Out and Play” e “Hurt”. Cada uma destas leituras é reconstruída através da abordagem minimalista e profundamente emocional que caracteriza Lito Pedreira, resultando em novas camadas de significado e numa estética sonora intimista, direta e profundamente humana.
O single de avanço, “Find The Gold”, lançado a 24 de abril, abriu caminho para esta nova fase com uma energia crua e afirmativa, revelando uma faceta mais intensa do artista e antecipando a narrativa emocional que atravessa todo o disco.
Entre as várias faixas que compõem Find The Gold, dois momentos ganham especial relevância pela forma como ampliam o alcance emocional e conceptual do disco.
“The World Upside Down” apresenta-se como um dos pontos centrais da narrativa do álbum. Totalmente original, com letra e música de Lito Pedreira, o tema reforça a vertente autoral do projeto com uma abordagem direta e emocional, explorando a sensação de instabilidade e transformação que atravessa todo o disco. É uma canção que traduz a ideia de mudança interior e de procura de sentido, funcionando como um dos pilares criativos deste trabalho.
Já “Pastor 2.0” assume um papel particularmente simbólico. Trata-se de uma nova interpretação de Pastor, tema icónico dos Madredeus, aqui recriado com uma abordagem contemporânea e com a participação especial de Miss Aniana e Cadi. A canção original, profundamente enraizada na identidade musical portuguesa, é reconhecida pela sua carga emocional e atmosfera contemplativa. Nesta nova versão, Lito Pedreira transporta esse legado para o universo Kactoslitos, mantendo a essência melancólica do tema enquanto lhe acrescenta novas texturas e uma leitura mais crua e intimista.
Estes dois momentos reforçam o equilíbrio entre criação original e reinterpretação que define Find The Gold, ampliando a dimensão emocional e artística do álbum.
Este novo álbum surge como a continuação natural de um percurso coerente — da vulnerabilidade de Losers, passando pela paisagem árida e contemplativa de Desert, até chegar agora a um trabalho que combina força, emoção e uma procura profunda de significado. Mais do que um conjunto de canções, “Find The Gold” afirma-se como um manifesto artístico sobre resiliência e sobre a capacidade de encontrar valor onde menos se espera.
Com este lançamento, Lito Pedreira reforça a sua posição como uma das vozes mais singulares da música alternativa portuguesa, expandindo o universo Kactoslitos para territórios mais intensos, luminosos e emocionalmente marcantes.
A cidade de Tondela volta a ser palco de um dos eventos mais consistentes do underground nacional. A 9.ª edição do Tondela Rocks realiza-se no dia 25 de abril, na Associação Recreativa e Cultural Ermidense, reunindo um cartaz que cruza um nome internacional, referências do metal e do hardcore e uma forte representação da cena alternativa portuguesa.
Com produção da Rocha Produções, o festival reafirma a sua identidade enquanto espaço de encontro entre diferentes vertentes do rock e do metal, consolidando-se como uma das apostas mais relevantes do circuito independente em Portugal.
A Confraria do Rock Tuga apresenta “A Coletânea 2”, a sua segunda edição coletiva dedicada ao rock português, com lançamento marcado para 27 de dezembro. Trata-se de uma edição exclusivamente física, que reúne 15 temas inéditos de projetos rock de vários pontos do país, refletindo a vitalidade, diversidade e autenticidade da atual cena nacional.
A apresentação oficial acontece no Bar Cine-Teatro G.C. Corroios, numa noite que terá como ponto alto o concerto do confrade mARCIANO. Para além da atuação ao vivo, estará disponível a edição física da coletânea, bem como artigos de merchandising da Confraria e de algumas bandas.
“A Coletânea 2” reforça o espírito de continuidade e colaboração entre projetos, contando novamente com bandas que já haviam integrado a primeira edição, como Dixit, Balbúrdia, Peter Strange, Lustro, Christina Quest, aBAND'onados, KonFusão e Cinza Fénix, ao lado de outros nomes que se juntam agora a esta nova edição.
A masterização da coletânea ficou a cargo de Rui Dias, no Mistermaster, garantindo uma sonoridade coesa e cuidada ao longo de todo o alinhamento.
Mais do que uma simples compilação, “A Coletânea 2” assume-se como uma montra e um manifesto coletivo: projetos que se apoiam mutuamente, constroem pontes criativas e trabalham em conjunto para fortalecer o rock feito em Portugal. Uma prova clara de que o "rock nacional está vivo".
Inesh Bueno apresenta o seu álbum de estreia, “My Song By The River” — um trabalho profundamente pessoal composto por sete faixas que atravessam temas
como trauma, esperança, pertença e a procura de identidade num mundo em constante movimento.
O disco mergulha o ouvinte na sensação de estar à deriva na própria vida, equilibrando vulnerabilidade e resiliência numa narrativa emocional que se desenvolve ao longo de toda a obra. “My Song By The River” nasce de um lugar íntimo: o desejo de transformar fragilidade em arte e de encontrar, na música, um verdadeiro porto seguro.
Com uma sonoridade marcada por sensibilidade, atmosfera introspetiva e uma interpretação vocal carregada de emoção, a artista de origem ibérica, convida o público a entrar no seu universo — um espaço onde dúvidas, medos e esperança
coexistem e se transformam em expressão artística.
O álbum acompanha a viagem interna de quem procura um lugar de pertença enquanto lida com a incerteza sobre quem é e quem quer ser. Fala de existir entre dois mundos, das feridas que moldam a identidade e da coragem necessária para enfrentar as dores pessoais. Cada faixa funciona como uma etapa dessa caminhada
emocional.
“My Song By The River” reafirma Inesh Bueno como uma das vozes emergentes mais sensíveis e expressivas da nova música alternativa, apresentando um trabalho coeso, honesto e esteticamente cuidado.
“Este projeto nasceu do sonho de cantar e partilhar a palavra. Encontrei na música o meu refúgio — um lugar onde a vulnerabilidade pode existir sem medo.” — Inesh Bueno
Depois de deixarem marca com “Until It’s Over”, os Half Time regressam com um novo single que eleva ainda mais a intensidade emocional e sonora que caracteriza a banda. “Back to Me” é uma canção sobre amor transformado em dor - uma viagem entre culpa, perda e a busca desesperada por redenção.
Com um refrão poderoso que repete “Back to me”, o tema retrata a
impossibilidade de recuperar o que já se perdeu, misturando raiva e saudade num contraste constante entre a dor e a esperança. A narrativa, inspirada livremente no universo do jogo The Last of Us: Parte II, reflete o lado mais humano e sombrio das emoções sem recorrer a referências diretas, mas captando a mesma carga dramática e visceral.
Musicalmente, a banda continua fiel à sua essência com riffs fortes, voz intensa e a energia crua que define o seu som. É uma faixa que traduz o amadurecimento artístico dos Half Time e reafirma a sua identidade dentro do rock alternativo português.
Desde o final de 2021, os Half Time - formados por André Fonseca, João Nunes e João Pinto - têm vindo a conquistar o seu público, especialmente na zona centro do país, com uma presença em palco marcada pela entrega total da banda.
Depois do EP “Nobody Rides for Free” e de uma série de concertos que solidificaram a sua reputação, a banda prepara agora o caminho para o que aí vem.
Influenciados pelo rock das décadas de 70, 80 e 90, os Half Time unem atitude, sinceridade e uma sonoridade direta, tornando cada lançamento numa experiência genuína e emocional.
Lançado a 26 de setembro, este é um tema intenso e cinematográfico, cantado em português e que cruza rock e metal alternativo com uma atmosfera dreamcore. A música mergulha no desejo e na noite, pensada para ganhar vida em palco e espaço na rádio.
Este lançamento marca o início de uma nova fase da banda, agora em
português, sem perder a intensidade que lhes valeu reconhecimento como Sleep Therapy: um álbum (Nothing, Nowhere); vários singles e mais de 100.000 streams; presença na lista dos 50 Melhores Álbuns de 2023 da Música Sem Capa; concertos em festivais como Aqui ao Lado e Laurus Nobilis e em palcos icónicos como o Maus Hábitos e o Tokyo. Mais recentemente, foram entrevistados por Ana Isabel Arroja no programa Rock Star da Rádio Comercial.
“Quisemos escrever uma canção de contrastes - luz e escuridão, amor e fuga. Ganhou forma através da energia crua e da vibe do metal alternativo dos CHOKEPOINT.” - Luís Peliteiro (vocalista e produtor)
Formados no Porto, os CHOKEPOINT exploram um universo sonoro e visual próprio, marcado por energia, vulnerabilidade e referências digitais.
Com ‘Lua Vermelha’, a banda que vive entre o peso e a melodia, reforça o seu lugar no panorama alternativo nacional do rock moderno.