FIP0S apresenta “Desígnios” - novo single que antecipa o primeiro EP a solo 

FIP0S, projeto artístico de Filipe Martins do Vale, apresentou a 1 de outubro, Dia Mundial da Música, o seu novo single, “Desígnios”. O lançamento assinala mais um capítulo no percurso do músico açoriano e antecipa o seu primeiro EP, intitulado Parte de Mim, cuja edição está prevista para o primeiro quadrimestre de 2027.

Mais do que uma nova canção, “Desígnios” representa uma expressão pessoal do percurso artístico de FIP0S, que procura transformar experiências e emoções em música, palavras e imagens. O tema integra um caminho de criação autoral através do qual o músico pretende partilhar diferentes dimensões da sua identidade e da sua visão artística.

A escolha do Dia Mundial da Música para apresentar o single reforça também a vontade de dar visibilidade à criação musical de autor produzida nos Açores, aproximando o projeto de novos públicos e abrindo caminho para a divulgação do trabalho que irá integrar o futuro EP.

Com quase três décadas de percurso musical, Filipe Martins do Vale iniciou a sua atividade em 1997, na ilha de São Miguel, nos Açores. Ao longo dos anos, passou pelo Pop Rock, pelo Rock e pelo Metal, integrou diferentes bandas e desenvolveu projetos ligados à divulgação da música alternativa açoriana. Em 2022, alcançou reconhecimento internacional com os Duques, banda que fundou em 2021 e que venceu o prémio de Melhor Performance de Rock nos International Portuguese Music Awards, nos Estados Unidos, com o tema “Terra Água Fogo e Ar”.

Em 2024, fundou o Black Orange Studio, espaço onde compõe, grava e explora novas sonoridades. É também cofundador e vocalista dos Orange 3, mantendo em paralelo o seu projeto a solo, FIP0S.

Com “Desígnios”, o músico dá início à apresentação de uma nova etapa do seu percurso, que terá continuidade com a edição de Parte de mim em 2027.

“Alguns caminhos escolhemos. Outros são os nossos desígnios.”
 

Inesh Bueno assinala o primeiro aniversário do seu álbum de estreia com um concerto especial ao lado de Prisão Platão e Beach Wreck 

Um ano depois de lançar My Song By The River, o seu álbum de estreia, Inesh Bueno prepara-se para celebrar este primeiro capítulo da sua carreira com um concerto especial, marcado para 23 de outubro, na Criarte, em Carcavelos.

A noite contará ainda com as atuações das bandas Prisão Platão e Beach Wreck, mas terá em Inesh Bueno o seu momento central, com um concerto de cerca de 70 minutos dedicado ao universo de My Song By The River e ao percurso que a artista tem vindo a construir desde o lançamento do disco.

Mais do que assinalar uma data, este concerto representa para Inesh Bueno a celebração de um ano de música, palcos e crescimento artístico. Depois de apresentar o álbum em diferentes pontos do país e de ter feito uma digressão em Espanha, a artista regressa agora para celebrar o caminho percorrido e dar uma nova dimensão, ao vivo, às canções que marcaram a sua estreia discográfica.

My Song By The River chegou às plataformas digitais a 24 de outubro de 2025 e reúne sete temas que atravessam diferentes momentos de uma narrativa profundamente pessoal.

O álbum mergulha na sensação de estar à deriva na própria vida, explorando temas como identidade, pertença, trauma, esperança e resiliência. Entre o inglês e o espanhol, Inesh Bueno constrói um universo sonoro marcado pelo rock alternativo, atmosferas introspectivas e uma interpretação vocal particularmente emocional. Cada faixa funciona como uma etapa de uma viagem interior que procura transformar experiências pessoais em música.

No centro deste trabalho está a vontade de transformar a vulnerabilidade em expressão artística. Como a própria Inesh Bueno explica, “Este projeto nasceu do sonho de cantar e partilhar a palavra. Encontrei na música o meu refúgio, um lugar onde a vulnerabilidade pode existir sem medo.”

A própria história do álbum ajuda a perceber a importância desta celebração. Muitas das canções foram escritas anos antes da sua edição, num período particularmente difícil da vida da artista. O projeto começou por nascer com a intenção de ser um EP, mas acabou interrompido. Em 2024, depois de um processo de recuperação pessoal e de reencontro com a música, Inesh Bueno recuperou aquelas canções e transformou-as no álbum que viria a marcar a sua estreia.

O resultado é um disco que olha para o passado sem ficar preso nele. A narrativa percorre diferentes estados emocionais e termina com “Luna En 100 Años”, uma canção dedicada ao avô da artista, escrita por ocasião do seu centésimo aniversário. O próprio percurso do álbum acaba por funcionar como um ciclo entre dor, memória, aceitação e esperança.

Ao vivo, essa dimensão ganha uma nova força. Se o disco explora atmosferas, intimidade e emoção, Inesh Bueno procura transformar essas características numa experiência mais física e crua em palco, através das guitarras, da dinâmica da banda e de uma interpretação vocal que percorre diferentes registos.

Agora, no primeiro aniversário do disco, a artista reúne amigos e músicos para uma noite que pretende celebrar não apenas o álbum, mas também tudo aquilo que aconteceu desde a sua chegada ao público.

A noite começa com Prisão Platão, banda lisboeta que explora o rock alternativo através do experimentalismo, do teatral e do storytelling, seguindo-se os Beach Wreck, projeto da zona do Barreiro, Moita, com raízes no rock de garagem e uma abordagem marcada pela energia e pela diversidade de influências.

Depois, será a vez de Inesh Bueno, que assume o palco para celebrar My Song By The River e este primeiro ano de vida do álbum.


SOBRE INESH BUENO

Inesh Bueno afirma-se como uma artista emergente de pop rock alternativo, construindo uma identidade musical marcada pela emoção, pelas atmosferas e por uma forte componente autoral.

Com influências que atravessam o rock, o pop, o blues e o metal, a artista recusa uma definição demasiado rígida da sua sonoridade, embora encontre no pop rock alternativo o espaço onde melhor se reconhece. A sua música cruza diferentes idiomas e experiências, refletindo também uma identidade construída entre referências portuguesas e espanholas.

Com My Song By The River, Inesh Bueno deu o primeiro passo de um percurso que continua agora a ganhar novos palcos e novas histórias.


HORÁRIOS

21h00 - Prisão Platão
21h40 - Beach Wreck
22h20 - Inesh Bueno


BILHETES

Lote 1 - 12€
Apenas 30 bilhetes disponíveis
Lote 2 - 15€
Disponível até ao dia do concerto
Lote 3 - 18€
À porta

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REDES SOCIAIS E PLATAFORMAS DIGITAIS

Inesh Bueno

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Lustro celebram 10 anos de carreira com uma noite única nos Nirvana Studios 

Os Lustro assinalam uma década de carreira com um espetáculo especial e irrepetível no próximo 7 de novembro, nos Nirvana Studios, em Barcarena.

Mais do que um concerto, "Lustro 10 Anos" será uma celebração pensada para surpreender e agradecer a todos os que têm acompanhado o percurso da banda ao longo destes anos. Uma noite única, emotiva e intensa, onde passado, presente e futuro se encontram para criar memórias inesquecíveis.

A abertura estará a cargo do aclamado Le Cabaret Rock, uma produção burlesca inspirada nos universos DieselPunk, Bizarre Chic e SteamPunk, que mistura humor negro, paródia, loucura e poesia numa experiência única que já conquistou mais de 100 mil espectadores.

Segue-se o momento mais esperado da noite: os Lustro, acompanhados por convidados especiais, revisitam os temas mais marcantes dos discos Nu Ar (2017), O Diabo Também Chora (2022) e Esquecimento Global (2023), numa viagem pelos primeiros 10 anos da sua história.

A festa prolonga-se pela noite dentro com um DJ Set New Wave, Rock & Dark Wave, encerrando uma celebração que promete ser mágica, intensa e inesquecível.

Atualmente, os Lustro preparam o lançamento de um novo trabalho de estúdio, já antecipado pelo single "Anjos ou Vilões".

 

Uma noite única. Um espetáculo irrepetível. Dez anos de história celebrados com todos aqueles que fizeram parte dela.

Bilhetes disponíveis aqui

Banda conimbricense apresenta nova fase no 28.º aniversário do Custom Club Coimbra 

Depois de um ano dedicado à reestruturação do projeto, os Mau Feitio estão de regresso aos palcos com uma nova formação e um alinhamento renovado. A banda de covers de Coimbra atua no próximo dia 5 de setembro, às 22h00, no IV Coimbra Custom Rock, integrado nas comemorações do 28.º aniversário do Custom Club Coimbra.

O concerto terá lugar no Observatório Geofísico e Astronómico de Santa Clara, em Coimbra, e marca o início de uma nova etapa para os Mau Feitio, que apostam agora num repertório pensado para palcos ao ar livre, festas e concentrações motard, sem esquecer a essência que sempre esteve ligada à presença da banda nos bares.

A nova formação junta Nuno Oliveira na voz, Ricardo Rocha e Daniel Batalha nas guitarras, Francisco Palrilha no baixo e Pedro Orca na bateria, trazendo uma nova dinâmica ao projeto e acompanhando a renovação do alinhamento.

Nesta nova fase, os Mau Feitio mantêm a aposta nos covers, mas procuram ir além do repertório habitual, incluindo versões de temas bem conhecidos do público e também originais da própria banda. A intenção é apresentar um espetáculo diversificado e adaptado a diferentes contextos, mantendo a energia e a proximidade que caracterizam as atuações do grupo.

O regresso acontece num evento especialmente simbólico para a cidade e para a comunidade motard, com os Mau Feitio a integrarem a programação do IV Coimbra Custom Rock, que assinala mais um aniversário do Custom Club Coimbra.

Orange 3 revelam “A Metade”, o segundo EP da banda micaelense 

Projeto de São Miguel apresenta uma nova dimensão da sua identidade criativa com cinco temas e lança “(A)mar” como cartão de visita

Os Orange 3 apresentam A Metade, o segundo EP de estúdio da banda formada em Ponta Delgada, São Miguel, Açores. Lançado a 21 de agosto de 2026, o novo trabalho está já disponível nas principais plataformas digitais e representa uma nova etapa no percurso do grupo, marcada por uma maior maturidade e por uma exploração mais diversificada da sua identidade sonora.

Com cinco faixas, A Metade reúne quatro temas originais e uma reinterpretação de “Paixão”, clássico dos Heróis do Mar originalmente editado em 1983. A banda micaelense apropria-se do tema e dá-lhe uma nova leitura, mantendo a ligação ao imaginário da música portuguesa e acrescentando-lhe a sua própria assinatura.

O EP é apresentado através de “(A)mar”, tema escolhido pelos Orange 3 como cartão de visita desta nova fase. A canção surge acompanhada por um videoclipe oficial, já disponível no YouTube, e evidencia uma dimensão mais envolvente e emocional da banda, sem deixar de lado a energia e a atitude que caracterizam a sua abordagem ao rock cantado em português.

A Metade procura, assim, revelar uma outra face da matriz criativa dos Orange 3. Se a energia crua e a intensidade fazem parte da identidade do grupo, o novo trabalho abre igualmente espaço para novas texturas, emoções e uma componente mais introspectiva na composição.

“Com este EP quisemos mostrar a continuidade do nosso espelho criativo. A Metade reflete o equilíbrio entre a energia crua que nos define no palco e a sensibilidade introspectiva das nossas composições.”

A nova edição é composta por “Renascer”, “O Romance da Candeia Cega”, “Do Teu Olhar”, “Paixão” e “(A)mar”, consolidando uma abordagem que cruza a força do rock com letras integralmente cantadas em português.

Formados em Ponta Delgada, os Orange 3 têm vindo a construir a sua identidade a partir da combinação entre a energia do rock, as vivências quotidianas e uma escrita centrada em emoções e reflexões pessoais. A ligação às raízes açorianas e a proximidade com o público são também elementos presentes na identidade do projeto.

Com A Metade, os Orange 3 dão agora continuidade ao seu percurso discográfico, apresentando um trabalho que procura equilibrar a intensidade característica da banda com uma dimensão mais sensível e diversificada da sua criação.

A Metade está disponível nas plataformas digitais, incluindo Spotify, Apple Music, Bandcamp, Tidal, Deezer e SoundCloud. O videoclipe de “(A)mar” pode ser encontrado no canal oficial dos Orange 3 no YouTube.

 

BRUMA regressam com novo single e reforçam aposta no Stoner Rock em português 

Os BRŪMA estão de regresso com "Agora", o mais recente capítulo da curta mas intensa trajetória da banda do Barreiro. Depois da estreia com “Se Tu Quiseres”, o grupo continua a afirmar a sua identidade dentro do desert/stoner rock cantado em português, uma proposta ainda pouco comum no panorama nacional.
Formados em 2025, os BRŪMA nasceram da vontade de criar música pesada, direta e honesta, sem excessos nem artifícios. Desde os primeiros temas escritos em Junho desse ano até à estreia em palco no início de 2026, a banda tem vindo a construir uma linguagem própria, assente em riffs densos, ambientes hipnóticos e letras em português.
O novo single aprofunda essa identidade sonora, explorando o equilíbrio entre peso, melodia e intensidade emocional. Mantendo a energia crua característica do stoner rock, a banda aposta numa composição marcada por dinâmica, ambiência e uma forte presença instrumental.
Com este lançamento, os BRŪMA reforçam a intenção de abrir espaço para novas abordagens dentro do rock alternativo nacional, transportando a língua portuguesa para territórios sonoros menos explorados. A banda continua assim a consolidar-se como uma das propostas emergentes mais interessantes da nova geração do rock português.
Depois dos primeiros concertos e dos temas já revelados, os BRŪMA prometem continuar a expandir a sua identidade musical ao longo de 2026, mantendo o foco numa sonoridade pesada, simples e autêntica.
 

Vengeful Fate estreiam-se com o EP "LOW BLOW" e afirmam nova geração do metal underground português 

Os lisboetas Vengeful Fate apresentam LOW BLOW, o seu EP de estreia, lançado no dia 17 de abril de 2026. Depois da chegada do primeiro single, "Hear The Wolves", em março, o trio de nu metal e metal alternativo dá agora um passo decisivo com um registo que sintetiza a identidade sonora e artística que tem vindo a construir nos palcos do circuito underground desde 2024.
Composto por cinco faixas o EP revela uma banda interessada em explorar contrastes. A agressividade característica do nu metal cruza-se com momentos mais melódicos e dinâmicos, enquanto influências do hardcore e do grunge ajudam a moldar uma sonoridade intensa, direta e emocionalmente carregada.
LOW BLOW funciona como uma apresentação abrangente das várias facetas dos Vengeful Fate. Ao longo do disco, a banda alterna entre explosões de energia e passagens mais tensas e introspectivas, numa abordagem que privilegia tanto o impacto ao vivo como a experiência de escuta individual. As letras, de caráter pessoal e fragmentado, refletem conflitos, mudanças e estados emocionais distintos, mais próximas de um diário do que de uma narrativa linear.
O lançamento surge após dois anos de atividade constante nos palcos e de crescimento orgânico dentro da cena underground. Construídos num regime totalmente DIY, os Vengeful Fate têm apostado numa combinação entre uma presença irreverente e próxima nas redes sociais e uma execução musical rigorosa, procurando criar uma ligação autêntica com uma nova geração de ouvintes de música pesada.
A produção ficou a cargo de André Isidro, responsável pela gravação, mistura e masterização do EP e do single de avanço. O resultado é um trabalho coeso que capta a intensidade da banda sem perder clareza ou impacto.
Com este lançamento, os Vengeful Fate procuram transformar a crescente resposta do público aos seus concertos numa presença cada vez mais forte no panorama nacional, reforçando a ideia de que o metal português continua a encontrar renovação através da juventude e da cultura underground.

Alinhamento:
1. Vengeful Fate
2. Hear The Wolves
3. Stupified
4. Re-Placed
5. Come Wasting

Ouvir no Spotify

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Prisão Platão estreiam-se em formato EP com “A Selvajaria de Platão” 

A banda portuguesa de rock alternativo Prisão Platão acaba de lançar o seu primeiro EP, A Selvajaria de Platão, um trabalho conceptual que marca uma nova etapa na afirmação do grupo no panorama emergente da música nacional. Editado a 13 de março de 2026, o disco reúne uma narrativa contínua que conduz o ouvinte por uma jornada de transformação, explorando a tensão entre a condição civilizada e o regresso às raízes mais predominantes do ser humano.
Influenciados pela estética new wave e pós-punk dos anos 80, com referências que passam por Joy Division, A Certain Ratio e pela herança do rock alternativo português de bandas como GNR, Ornatos Violeta, Taxi ou Heróis do Mar, os Prisão Platão apresentam um trabalho ambicioso, onde a música se cruza com a poesia, o storytelling, o teatro e a experimentação sonora.
Composta por Tiago Lisboa (baixo), Francisco Adónis (guitarra e solos), Gonçalo Gamas (bateria) e Fran Gallis (guitarra, voz, letras e composição), a banda assume uma postura crítica perante o estado atual da cultura, procurando novas formas de expressão para o rock contemporâneo português.
Em A Selvajaria de Platão, o sujeito poético percorre um caminho entre o betão e a folhagem, entre o que foi e o que é, enfrentando a frustração dos sonhos e denunciando diferentes formas de escravatura. Ao longo das várias faixas, a narrativa evolui gradualmente até culminar numa explosão sonoplástica que simboliza a libertação dos próprios artistas e a reconciliação com o seu estado mais selvagem e autêntico.
O EP inclui o single “Como o Mar Bate na Rocha”, originalmente lançado a 14 de fevereiro de 2026. A canção aborda a dor da separação e a persistência da memória afetiva, recorrendo à metáfora do mar e da rocha para retratar a erosão emocional provocada pela ausência. Entre guitarras envolventes e coros distantes, a banda constrói um tema marcado pela melancolia, mas também pela esperança de cura para os corações partidos.
As gravações decorreram em junho de 2025, contando com a co-produção da banda e do engenheiro de som Jonathan Watts, enquanto a masterização ficou a cargo de João Alves.
Com este lançamento, os Prisão Platão apresentam uma obra que desafia convenções e reforça a sua identidade artística, afirmando-se como um dos projetos emergentes mais inquietos e experimentais da nova geração do rock português.

Alinhamento:
1. Mixórdia Discórdia
2. Paciência
3. Como o Mar Bate na Rocha
4. Andamento
5. De Volta às Origens (Selvajaria)

Ouvir no Spotify

Pedrinho Da Sousa celebra lançamento do álbum “Aqui Vamos Nós Outra Vez” em formato físico 

O músico lisboeta Pedrinho Da Sousa assinala uma nova etapa na sua carreira com a chegada de “Aqui Vamos Nós Outra Vez” ao formato físico em CD, disponível desde o dia 15 de junho de 2026. Depois da disponibilização do álbum nas plataformas digitais, a 23 de março, o artista reforça agora a ligação ao público através de uma edição que recupera o prazer de possuir e colecionar música em suporte físico.
Natural e residente em Lisboa, Pedrinho Da Sousa tem vindo a construir uma identidade artística própria, marcada pela fusão entre o pop e as influências da música tradicional portuguesa, incluindo o fado e a música popular. Músico desde os 15 anos, destaca-se pela autenticidade das suas composições e pela forma como aborda temas do quotidiano com sensibilidade, equilibrando questões humanas e relações pessoais com um humor subtil que aproxima o público das suas histórias.
“Aqui Vamos Nós Outra Vez” representa um dos momentos mais sólidos do percurso do artista até à data. Ao longo do álbum, Pedrinho Da Sousa apresenta canções que refletem a realidade do dia a dia, explorando emoções, desafios e experiências comuns através de uma linguagem simples, próxima e genuína. Esta combinação entre profundidade emocional e leveza tem contribuído para afirmar a sua personalidade artística no panorama da nova música portuguesa.
O lançamento do disco foi acompanhado por outro marco importante na carreira do músico: a estreia do seu primeiro videoclipe oficial. Lançado a 1 de maio, o vídeo do tema “Sê” veio ampliar a dimensão visual do projeto, oferecendo uma nova interpretação do universo artístico construído ao longo do álbum e reforçando a presença de Pedrinho Da Sousa no panorama audiovisual nacional.
Com a edição física de “Aqui Vamos Nós Outra Vez”, Pedrinho Da Sousa consolida um ciclo artístico que alia tradição e contemporaneidade, apresentando uma proposta musical que procura reinterpretar referências portuguesas através de uma abordagem atual, emocional e próxima da realidade dos seus ouvintes.
Para adquirir o álbum basta entrar em contacto com o artista através das suas redes sociais.

Alinhamento:
1. Diagnóstico
2. Ai Ai Maria
3. Alcoviteiras
4. Sê
5. O Que Será de Nós
6. Socialmente Desajeitado
7. O Tango de Gisela
8. Sonho Com Uma Vida Normal
9. Rua da Benta 57
10. Pulseira Amarela

Ficha Técnica:
Artista: Pedrinho Da Sousa
Álbum: Aqui Vamos Nós Outra Vez
Lançamento digital: 23 de março de 2026
Lançamento em CD: 15 de junho de 2026
Género: Pop / Música Tradicional Portuguesa
Composição, gravação, mistura e masterização: Pedrinho da Sousa
Arte Gráfica: Pedrinho da Sousa

Lustro celebram 10 anos de carreira com concerto no Almogrooves 

A banda lisboeta Lustro vai dar início às comemorações do seu décimo aniversário com um concerto no festival Almogrooves, que se realiza no próximo dia 4 de julho, junto à emblemática praia de Almograve, na costa alentejana.
O espetáculo, com início agendado para as 20h30, marca o arranque de um ano especial para o quarteto de rock formado por Paulo Pereira, Rui Gomes, Mike Ferreira e Pedro Costa, que assinala uma década de percurso musical com novos temas, novos projetos e uma celebração especial marcada para o final do ano.
O concerto no Almogrooves será uma oportunidade para o público ouvir ao vivo “Anjos ou Vilões”, o mais recente single da banda, lançado a 17 de abril e já em rotação nas rádios nacionais. O tema antecipa o novo álbum dos Lustro, com edição prevista para outubro.
Produzido por David Jerónimo, no Malware Studio, no Lumiar, “Anjos ou Vilões” abre um novo capítulo na história da banda, depois dos álbuns Nu Ar (2017), O Diabo Também Chora (2022) e Esquecimento Global (2023).
As celebrações dos 10 anos de carreira terão o seu ponto alto em outubro, com o lançamento do novo trabalho de estúdio e um espetáculo comemorativo que contará com a participação de convidados especiais que fizeram parte da história dos Lustro ao longo da última década.
Com uma identidade marcada por uma abordagem sem limites ao rock nacional, os Lustro regressam aos palcos com renovada energia e prometem continuar a surpreender os fãs com novas histórias e novas sonoridades.
“Anjos ou Vilões” encontra-se já disponível em todas as plataformas digitais.