Banda conimbricense apresenta nova fase no 28.º aniversário do Custom Club Coimbra 

Depois de um ano dedicado à reestruturação do projeto, os Mau Feitio estão de regresso aos palcos com uma nova formação e um alinhamento renovado. A banda de covers de Coimbra atua no próximo dia 5 de setembro, às 22h00, no IV Coimbra Custom Rock, integrado nas comemorações do 28.º aniversário do Custom Club Coimbra.

O concerto terá lugar no Observatório Geofísico e Astronómico de Santa Clara, em Coimbra, e marca o início de uma nova etapa para os Mau Feitio, que apostam agora num repertório pensado para palcos ao ar livre, festas e concentrações motard, sem esquecer a essência que sempre esteve ligada à presença da banda nos bares.

A nova formação junta Nuno Oliveira na voz, Ricardo Rocha e Daniel Batalha nas guitarras, Francisco Palrilha no baixo e Pedro Orca na bateria, trazendo uma nova dinâmica ao projeto e acompanhando a renovação do alinhamento.

Nesta nova fase, os Mau Feitio mantêm a aposta nos covers, mas procuram ir além do repertório habitual, incluindo versões de temas bem conhecidos do público e também originais da própria banda. A intenção é apresentar um espetáculo diversificado e adaptado a diferentes contextos, mantendo a energia e a proximidade que caracterizam as atuações do grupo.

O regresso acontece num evento especialmente simbólico para a cidade e para a comunidade motard, com os Mau Feitio a integrarem a programação do IV Coimbra Custom Rock, que assinala mais um aniversário do Custom Club Coimbra.

Orange 3 revelam “A Metade”, o segundo EP da banda micaelense 

Projeto de São Miguel apresenta uma nova dimensão da sua identidade criativa com cinco temas e lança “(A)mar” como cartão de visita

Os Orange 3 apresentam A Metade, o segundo EP de estúdio da banda formada em Ponta Delgada, São Miguel, Açores. Lançado a 21 de agosto de 2026, o novo trabalho está já disponível nas principais plataformas digitais e representa uma nova etapa no percurso do grupo, marcada por uma maior maturidade e por uma exploração mais diversificada da sua identidade sonora.

Com cinco faixas, A Metade reúne quatro temas originais e uma reinterpretação de “Paixão”, clássico dos Heróis do Mar originalmente editado em 1983. A banda micaelense apropria-se do tema e dá-lhe uma nova leitura, mantendo a ligação ao imaginário da música portuguesa e acrescentando-lhe a sua própria assinatura.

O EP é apresentado através de “(A)mar”, tema escolhido pelos Orange 3 como cartão de visita desta nova fase. A canção surge acompanhada por um videoclipe oficial, já disponível no YouTube, e evidencia uma dimensão mais envolvente e emocional da banda, sem deixar de lado a energia e a atitude que caracterizam a sua abordagem ao rock cantado em português.

A Metade procura, assim, revelar uma outra face da matriz criativa dos Orange 3. Se a energia crua e a intensidade fazem parte da identidade do grupo, o novo trabalho abre igualmente espaço para novas texturas, emoções e uma componente mais introspectiva na composição.

“Com este EP quisemos mostrar a continuidade do nosso espelho criativo. A Metade reflete o equilíbrio entre a energia crua que nos define no palco e a sensibilidade introspectiva das nossas composições.”

A nova edição é composta por “Renascer”, “O Romance da Candeia Cega”, “Do Teu Olhar”, “Paixão” e “(A)mar”, consolidando uma abordagem que cruza a força do rock com letras integralmente cantadas em português.

Formados em Ponta Delgada, os Orange 3 têm vindo a construir a sua identidade a partir da combinação entre a energia do rock, as vivências quotidianas e uma escrita centrada em emoções e reflexões pessoais. A ligação às raízes açorianas e a proximidade com o público são também elementos presentes na identidade do projeto.

Com A Metade, os Orange 3 dão agora continuidade ao seu percurso discográfico, apresentando um trabalho que procura equilibrar a intensidade característica da banda com uma dimensão mais sensível e diversificada da sua criação.

A Metade está disponível nas plataformas digitais, incluindo Spotify, Apple Music, Bandcamp, Tidal, Deezer e SoundCloud. O videoclipe de “(A)mar” pode ser encontrado no canal oficial dos Orange 3 no YouTube.

 

BRUMA regressam com novo single e reforçam aposta no Stoner Rock em português 

Os BRŪMA estão de regresso com "Agora", o mais recente capítulo da curta mas intensa trajetória da banda do Barreiro. Depois da estreia com “Se Tu Quiseres”, o grupo continua a afirmar a sua identidade dentro do desert/stoner rock cantado em português, uma proposta ainda pouco comum no panorama nacional.
Formados em 2025, os BRŪMA nasceram da vontade de criar música pesada, direta e honesta, sem excessos nem artifícios. Desde os primeiros temas escritos em Junho desse ano até à estreia em palco no início de 2026, a banda tem vindo a construir uma linguagem própria, assente em riffs densos, ambientes hipnóticos e letras em português.
O novo single aprofunda essa identidade sonora, explorando o equilíbrio entre peso, melodia e intensidade emocional. Mantendo a energia crua característica do stoner rock, a banda aposta numa composição marcada por dinâmica, ambiência e uma forte presença instrumental.
Com este lançamento, os BRŪMA reforçam a intenção de abrir espaço para novas abordagens dentro do rock alternativo nacional, transportando a língua portuguesa para territórios sonoros menos explorados. A banda continua assim a consolidar-se como uma das propostas emergentes mais interessantes da nova geração do rock português.
Depois dos primeiros concertos e dos temas já revelados, os BRŪMA prometem continuar a expandir a sua identidade musical ao longo de 2026, mantendo o foco numa sonoridade pesada, simples e autêntica.
 

Vengeful Fate estreiam-se com o EP "LOW BLOW" e afirmam nova geração do metal underground português 

Os lisboetas Vengeful Fate apresentam LOW BLOW, o seu EP de estreia, lançado no dia 17 de abril de 2026. Depois da chegada do primeiro single, "Hear The Wolves", em março, o trio de nu metal e metal alternativo dá agora um passo decisivo com um registo que sintetiza a identidade sonora e artística que tem vindo a construir nos palcos do circuito underground desde 2024.
Composto por cinco faixas o EP revela uma banda interessada em explorar contrastes. A agressividade característica do nu metal cruza-se com momentos mais melódicos e dinâmicos, enquanto influências do hardcore e do grunge ajudam a moldar uma sonoridade intensa, direta e emocionalmente carregada.
LOW BLOW funciona como uma apresentação abrangente das várias facetas dos Vengeful Fate. Ao longo do disco, a banda alterna entre explosões de energia e passagens mais tensas e introspectivas, numa abordagem que privilegia tanto o impacto ao vivo como a experiência de escuta individual. As letras, de caráter pessoal e fragmentado, refletem conflitos, mudanças e estados emocionais distintos, mais próximas de um diário do que de uma narrativa linear.
O lançamento surge após dois anos de atividade constante nos palcos e de crescimento orgânico dentro da cena underground. Construídos num regime totalmente DIY, os Vengeful Fate têm apostado numa combinação entre uma presença irreverente e próxima nas redes sociais e uma execução musical rigorosa, procurando criar uma ligação autêntica com uma nova geração de ouvintes de música pesada.
A produção ficou a cargo de André Isidro, responsável pela gravação, mistura e masterização do EP e do single de avanço. O resultado é um trabalho coeso que capta a intensidade da banda sem perder clareza ou impacto.
Com este lançamento, os Vengeful Fate procuram transformar a crescente resposta do público aos seus concertos numa presença cada vez mais forte no panorama nacional, reforçando a ideia de que o metal português continua a encontrar renovação através da juventude e da cultura underground.

Alinhamento:
1. Vengeful Fate
2. Hear The Wolves
3. Stupified
4. Re-Placed
5. Come Wasting

Ouvir no Spotify

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Prisão Platão estreiam-se em formato EP com “A Selvajaria de Platão” 

A banda portuguesa de rock alternativo Prisão Platão acaba de lançar o seu primeiro EP, A Selvajaria de Platão, um trabalho conceptual que marca uma nova etapa na afirmação do grupo no panorama emergente da música nacional. Editado a 13 de março de 2026, o disco reúne uma narrativa contínua que conduz o ouvinte por uma jornada de transformação, explorando a tensão entre a condição civilizada e o regresso às raízes mais predominantes do ser humano.
Influenciados pela estética new wave e pós-punk dos anos 80, com referências que passam por Joy Division, A Certain Ratio e pela herança do rock alternativo português de bandas como GNR, Ornatos Violeta, Taxi ou Heróis do Mar, os Prisão Platão apresentam um trabalho ambicioso, onde a música se cruza com a poesia, o storytelling, o teatro e a experimentação sonora.
Composta por Tiago Lisboa (baixo), Francisco Adónis (guitarra e solos), Gonçalo Gamas (bateria) e Fran Gallis (guitarra, voz, letras e composição), a banda assume uma postura crítica perante o estado atual da cultura, procurando novas formas de expressão para o rock contemporâneo português.
Em A Selvajaria de Platão, o sujeito poético percorre um caminho entre o betão e a folhagem, entre o que foi e o que é, enfrentando a frustração dos sonhos e denunciando diferentes formas de escravatura. Ao longo das várias faixas, a narrativa evolui gradualmente até culminar numa explosão sonoplástica que simboliza a libertação dos próprios artistas e a reconciliação com o seu estado mais selvagem e autêntico.
O EP inclui o single “Como o Mar Bate na Rocha”, originalmente lançado a 14 de fevereiro de 2026. A canção aborda a dor da separação e a persistência da memória afetiva, recorrendo à metáfora do mar e da rocha para retratar a erosão emocional provocada pela ausência. Entre guitarras envolventes e coros distantes, a banda constrói um tema marcado pela melancolia, mas também pela esperança de cura para os corações partidos.
As gravações decorreram em junho de 2025, contando com a co-produção da banda e do engenheiro de som Jonathan Watts, enquanto a masterização ficou a cargo de João Alves.
Com este lançamento, os Prisão Platão apresentam uma obra que desafia convenções e reforça a sua identidade artística, afirmando-se como um dos projetos emergentes mais inquietos e experimentais da nova geração do rock português.

Alinhamento:
1. Mixórdia Discórdia
2. Paciência
3. Como o Mar Bate na Rocha
4. Andamento
5. De Volta às Origens (Selvajaria)

Ouvir no Spotify

Pedrinho Da Sousa celebra lançamento do álbum “Aqui Vamos Nós Outra Vez” em formato físico 

O músico lisboeta Pedrinho Da Sousa assinala uma nova etapa na sua carreira com a chegada de “Aqui Vamos Nós Outra Vez” ao formato físico em CD, disponível desde o dia 15 de junho de 2026. Depois da disponibilização do álbum nas plataformas digitais, a 23 de março, o artista reforça agora a ligação ao público através de uma edição que recupera o prazer de possuir e colecionar música em suporte físico.
Natural e residente em Lisboa, Pedrinho Da Sousa tem vindo a construir uma identidade artística própria, marcada pela fusão entre o pop e as influências da música tradicional portuguesa, incluindo o fado e a música popular. Músico desde os 15 anos, destaca-se pela autenticidade das suas composições e pela forma como aborda temas do quotidiano com sensibilidade, equilibrando questões humanas e relações pessoais com um humor subtil que aproxima o público das suas histórias.
Aqui Vamos Nós Outra Vez” representa um dos momentos mais sólidos do percurso do artista até à data. Ao longo do álbum, Pedrinho Da Sousa apresenta canções que refletem a realidade do dia a dia, explorando emoções, desafios e experiências comuns através de uma linguagem simples, próxima e genuína. Esta combinação entre profundidade emocional e leveza tem contribuído para afirmar a sua personalidade artística no panorama da nova música portuguesa.
O lançamento do disco foi acompanhado por outro marco importante na carreira do músico: a estreia do seu primeiro videoclipe oficial. Lançado a 1 de maio, o vídeo do tema “Sê” veio ampliar a dimensão visual do projeto, oferecendo uma nova interpretação do universo artístico construído ao longo do álbum e reforçando a presença de Pedrinho Da Sousa no panorama audiovisual nacional.
Com a edição física de “Aqui Vamos Nós Outra Vez”, Pedrinho Da Sousa consolida um ciclo artístico que alia tradição e contemporaneidade, apresentando uma proposta musical que procura reinterpretar referências portuguesas através de uma abordagem atual, emocional e próxima da realidade dos seus ouvintes.
Para adquirir o álbum basta entrar em contacto com o artista através das suas redes sociais.

Alinhamento:
1. Diagnóstico
2. Ai Ai Maria
3. Alcoviteiras
4. Sê
5. O Que Será de Nós
6. Socialmente Desajeitado
7. O Tango de Gisela
8. Sonho Com Uma Vida Normal
9. Rua da Benta 57
10. Pulseira Amarela

Ficha Técnica:
Artista: Pedrinho Da Sousa
Álbum: Aqui Vamos Nós Outra Vez
Lançamento digital: 23 de março de 2026
Lançamento em CD: 15 de junho de 2026
Género: Pop / Música Tradicional Portuguesa
Composição, gravação, mistura e masterização: Pedrinho da Sousa
Arte Gráfica: Pedrinho da Sousa

Lustro celebram 10 anos de carreira com concerto no Almogrooves 

A banda lisboeta Lustro vai dar início às comemorações do seu décimo aniversário com um concerto no festival Almogrooves, que se realiza no próximo dia 4 de julho, junto à emblemática praia de Almograve, na costa alentejana.
O espetáculo, com início agendado para as 20h30, marca o arranque de um ano especial para o quarteto de rock formado por Paulo Pereira, Rui Gomes, Mike Ferreira e Pedro Costa, que assinala uma década de percurso musical com novos temas, novos projetos e uma celebração especial marcada para o final do ano.
O concerto no Almogrooves será uma oportunidade para o público ouvir ao vivo “Anjos ou Vilões”, o mais recente single da banda, lançado a 17 de abril e já em rotação nas rádios nacionais. O tema antecipa o novo álbum dos Lustro, com edição prevista para outubro.
Produzido por David Jerónimo, no Malware Studio, no Lumiar, “Anjos ou Vilões” abre um novo capítulo na história da banda, depois dos álbuns Nu Ar (2017), O Diabo Também Chora (2022) e Esquecimento Global (2023).
As celebrações dos 10 anos de carreira terão o seu ponto alto em outubro, com o lançamento do novo trabalho de estúdio e um espetáculo comemorativo que contará com a participação de convidados especiais que fizeram parte da história dos Lustro ao longo da última década.
Com uma identidade marcada por uma abordagem sem limites ao rock nacional, os Lustro regressam aos palcos com renovada energia e prometem continuar a surpreender os fãs com novas histórias e novas sonoridades.
Anjos ou Vilões” encontra-se já disponível em todas as plataformas digitais.

Inesh Bueno anuncia primeira digressão em Espanha para apresentar o álbum "My Song By The River" 

Depois de vários concertos realizados de norte a sul de Portugal, Inesh Bueno prepara-se para dar um novo passo no seu percurso artístico com a primeira digressão em Espanha. Entre os dias 21 de agosto e 6 de setembro, a cantora e compositora irá apresentar ao vivo o álbum de estreia My Song By The River, numa série de concertos que pretende levar a sua música a novos públicos e consolidar a sua presença além-fronteiras.
A tour surge da vontade da artista dar a conhecer o seu trabalho no país vizinho, que considera uma segunda casa, e de alcançar novas audiências através de um espetáculo que percorre diferentes fases da sua carreira. Desenvolvida em parceria com a Morgana Music Events, a digressão começou a ser planeada no início do ano e contará com várias datas em território espanhol, algumas delas com a participação de artistas convidados.
Os concertos irão revisitar temas anteriores ao lançamento do álbum, canções de My Song By The River e também composições mais recentes, proporcionando ao público uma visão abrangente do universo artístico de Inesh Bueno.
Lançado este ano, My Song By The River é um trabalho profundamente pessoal composto por sete faixas que exploram temas como trauma, esperança, pertença e a procura de identidade num mundo em constante transformação. Ao longo do disco, a artista convida o ouvinte a embarcar numa viagem emocional marcada pela vulnerabilidade, pela resiliência e pela procura de um lugar a que possa chamar casa.
Com uma sonoridade sensível e atmosférica, sustentada por interpretações vocais carregadas de emoção, o álbum apresenta uma narrativa coesa que reflete experiências pessoais e a realidade de viver entre diferentes culturas e influências. Cada canção representa uma etapa dessa caminhada interior, transformando dúvidas, medos e desafios em expressão artística.
Este projeto nasceu do sonho de cantar e partilhar a palavra. Encontrei na música o meu refúgio — um lugar onde a vulnerabilidade pode existir sem medo”, afirma a artista.
Com esta primeira digressão internacional, Inesh Bueno dá continuidade ao percurso iniciado com My Song By The River, levando a sua música além das fronteiras portuguesas e reforçando o seu lugar entre as vozes emergentes mais promissoras da nova música alternativa ibérica.
As datas completas da tour serão anunciadas em breve através dos canais oficiais da artista.

Bilhetes - Sala Rock Ville - 22 de agosto

FIPOS lança videoclipe de "Chave de Afetos" 

O músico açoriano FIPOS acaba de apresentar o videoclipe oficial de "Chave de Afetos", o seu mais recente single de Pop Rock, já disponível nas principais plataformas digitais.
Lançado em maio, o vídeo conta com a participação especial da atriz Ana Paula Lopes e acompanha a mensagem inspiradora da canção, que celebra a abertura de coração, a entrega emocional e a importância das relações humanas.
Com uma sonoridade envolvente e uma mensagem positiva, "Chave de Afetos" reforça a identidade artística de FIPOS, nome artístico de Filipe Martins do Vale, numa nova etapa do seu percurso como autor e intérprete.
Com quase 30 anos de carreira, FIPOS é uma das referências da música Rock açoriana. Iniciou o seu percurso em 1997, na ilha de São Miguel, dedicando-se à música original e destacando-se também como vocalista em diversas bandas de covers. Em 2009 criou o programa "Açores Underground" e alcançou reconhecimento internacional ao vencer o prémio de Melhor Performance Rock nos International Portuguese Music Awards 2022, nos Estados Unidos, com a banda Duques.
Em 2024 fundou a Black Orange Studio, espaço dedicado à criação, ensaio e gravação musical. Atualmente, é cofundador e vocalista da banda ORANGE 3, mantendo em paralelo o seu projeto de autor FIPOS.

Balbúrdia comemoram 30 anos de música e amizade com concerto histórico em Soure 

Os Balbúrdia celebram três décadas de rock com um espetáculo único no Jardim da Várzea, em Soure. O evento acontece no dia 6 de Junho, às 23h30, reunindo em palco várias gerações e convidados especiais da música portuguesa.
Ao longo de 30 anos, os Balbúrdia construíram uma identidade própria no panorama musical português, marcada pela energia em palco, espírito de celebração e uma forte ligação ao público. Este espetáculo será uma viagem pelos temas mais emblemáticos da banda, revisitando diferentes fases da sua história e prometendo uma noite memorável de partilha, reencontros e muita música.
A noite será marcada pela partilha e pela energia do rock, contando com uma lista de convidados de luxo especiais que fizeram parte, direta ou indiretamente, deste percurso artístico: António Côrte-Real (UHF), Susana Branca, Nuno Abreu e João Gante (ambos fundadores dos Balbúrdia), Zé Tó Leal e  Mário Veras (Rockluso) e o Sexteto Sinistro.
A abertura do espetáculo ficará a cargo dos Wiex, que asseguram a primeira parte da noite com o seu repertório enérgico.
O concerto tem entrada livre e promete transformar o Jardim da Várzea num palco de celebração inesquecível para os fãs de longa data e novos ouvintes.
O espetáculo está integrado no evento "Origem Templária Soure", que decorre de 5 a 7 de Junho.