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Orange 3 revelam “A Metade”, o segundo EP da banda micaelense 

Projeto de São Miguel apresenta uma nova dimensão da sua identidade criativa com cinco temas e lança “(A)mar” como cartão de visita

Os Orange 3 apresentam A Metade, o segundo EP de estúdio da banda formada em Ponta Delgada, São Miguel, Açores. Lançado a 21 de agosto de 2026, o novo trabalho está já disponível nas principais plataformas digitais e representa uma nova etapa no percurso do grupo, marcada por uma maior maturidade e por uma exploração mais diversificada da sua identidade sonora.

Com cinco faixas, A Metade reúne quatro temas originais e uma reinterpretação de “Paixão”, clássico dos Heróis do Mar originalmente editado em 1983. A banda micaelense apropria-se do tema e dá-lhe uma nova leitura, mantendo a ligação ao imaginário da música portuguesa e acrescentando-lhe a sua própria assinatura.

O EP é apresentado através de “(A)mar”, tema escolhido pelos Orange 3 como cartão de visita desta nova fase. A canção surge acompanhada por um videoclipe oficial, já disponível no YouTube, e evidencia uma dimensão mais envolvente e emocional da banda, sem deixar de lado a energia e a atitude que caracterizam a sua abordagem ao rock cantado em português.

A Metade procura, assim, revelar uma outra face da matriz criativa dos Orange 3. Se a energia crua e a intensidade fazem parte da identidade do grupo, o novo trabalho abre igualmente espaço para novas texturas, emoções e uma componente mais introspectiva na composição.

“Com este EP quisemos mostrar a continuidade do nosso espelho criativo. A Metade reflete o equilíbrio entre a energia crua que nos define no palco e a sensibilidade introspectiva das nossas composições.”

A nova edição é composta por “Renascer”, “O Romance da Candeia Cega”, “Do Teu Olhar”, “Paixão” e “(A)mar”, consolidando uma abordagem que cruza a força do rock com letras integralmente cantadas em português.

Formados em Ponta Delgada, os Orange 3 têm vindo a construir a sua identidade a partir da combinação entre a energia do rock, as vivências quotidianas e uma escrita centrada em emoções e reflexões pessoais. A ligação às raízes açorianas e a proximidade com o público são também elementos presentes na identidade do projeto.

Com A Metade, os Orange 3 dão agora continuidade ao seu percurso discográfico, apresentando um trabalho que procura equilibrar a intensidade característica da banda com uma dimensão mais sensível e diversificada da sua criação.

A Metade está disponível nas plataformas digitais, incluindo Spotify, Apple Music, Bandcamp, Tidal, Deezer e SoundCloud. O videoclipe de “(A)mar” pode ser encontrado no canal oficial dos Orange 3 no YouTube.

 

Vengeful Fate estreiam-se com o EP "LOW BLOW" e afirmam nova geração do metal underground português 

Os lisboetas Vengeful Fate apresentam LOW BLOW, o seu EP de estreia, lançado no dia 17 de abril de 2026. Depois da chegada do primeiro single, "Hear The Wolves", em março, o trio de nu metal e metal alternativo dá agora um passo decisivo com um registo que sintetiza a identidade sonora e artística que tem vindo a construir nos palcos do circuito underground desde 2024.
Composto por cinco faixas o EP revela uma banda interessada em explorar contrastes. A agressividade característica do nu metal cruza-se com momentos mais melódicos e dinâmicos, enquanto influências do hardcore e do grunge ajudam a moldar uma sonoridade intensa, direta e emocionalmente carregada.
LOW BLOW funciona como uma apresentação abrangente das várias facetas dos Vengeful Fate. Ao longo do disco, a banda alterna entre explosões de energia e passagens mais tensas e introspectivas, numa abordagem que privilegia tanto o impacto ao vivo como a experiência de escuta individual. As letras, de caráter pessoal e fragmentado, refletem conflitos, mudanças e estados emocionais distintos, mais próximas de um diário do que de uma narrativa linear.
O lançamento surge após dois anos de atividade constante nos palcos e de crescimento orgânico dentro da cena underground. Construídos num regime totalmente DIY, os Vengeful Fate têm apostado numa combinação entre uma presença irreverente e próxima nas redes sociais e uma execução musical rigorosa, procurando criar uma ligação autêntica com uma nova geração de ouvintes de música pesada.
A produção ficou a cargo de André Isidro, responsável pela gravação, mistura e masterização do EP e do single de avanço. O resultado é um trabalho coeso que capta a intensidade da banda sem perder clareza ou impacto.
Com este lançamento, os Vengeful Fate procuram transformar a crescente resposta do público aos seus concertos numa presença cada vez mais forte no panorama nacional, reforçando a ideia de que o metal português continua a encontrar renovação através da juventude e da cultura underground.

Alinhamento:
1. Vengeful Fate
2. Hear The Wolves
3. Stupified
4. Re-Placed
5. Come Wasting

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Prisão Platão estreiam-se em formato EP com “A Selvajaria de Platão” 

A banda portuguesa de rock alternativo Prisão Platão acaba de lançar o seu primeiro EP, A Selvajaria de Platão, um trabalho conceptual que marca uma nova etapa na afirmação do grupo no panorama emergente da música nacional. Editado a 13 de março de 2026, o disco reúne uma narrativa contínua que conduz o ouvinte por uma jornada de transformação, explorando a tensão entre a condição civilizada e o regresso às raízes mais predominantes do ser humano.
Influenciados pela estética new wave e pós-punk dos anos 80, com referências que passam por Joy Division, A Certain Ratio e pela herança do rock alternativo português de bandas como GNR, Ornatos Violeta, Taxi ou Heróis do Mar, os Prisão Platão apresentam um trabalho ambicioso, onde a música se cruza com a poesia, o storytelling, o teatro e a experimentação sonora.
Composta por Tiago Lisboa (baixo), Francisco Adónis (guitarra e solos), Gonçalo Gamas (bateria) e Fran Gallis (guitarra, voz, letras e composição), a banda assume uma postura crítica perante o estado atual da cultura, procurando novas formas de expressão para o rock contemporâneo português.
Em A Selvajaria de Platão, o sujeito poético percorre um caminho entre o betão e a folhagem, entre o que foi e o que é, enfrentando a frustração dos sonhos e denunciando diferentes formas de escravatura. Ao longo das várias faixas, a narrativa evolui gradualmente até culminar numa explosão sonoplástica que simboliza a libertação dos próprios artistas e a reconciliação com o seu estado mais selvagem e autêntico.
O EP inclui o single “Como o Mar Bate na Rocha”, originalmente lançado a 14 de fevereiro de 2026. A canção aborda a dor da separação e a persistência da memória afetiva, recorrendo à metáfora do mar e da rocha para retratar a erosão emocional provocada pela ausência. Entre guitarras envolventes e coros distantes, a banda constrói um tema marcado pela melancolia, mas também pela esperança de cura para os corações partidos.
As gravações decorreram em junho de 2025, contando com a co-produção da banda e do engenheiro de som Jonathan Watts, enquanto a masterização ficou a cargo de João Alves.
Com este lançamento, os Prisão Platão apresentam uma obra que desafia convenções e reforça a sua identidade artística, afirmando-se como um dos projetos emergentes mais inquietos e experimentais da nova geração do rock português.

Alinhamento:
1. Mixórdia Discórdia
2. Paciência
3. Como o Mar Bate na Rocha
4. Andamento
5. De Volta às Origens (Selvajaria)

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